Fonte: Valor Econômico
Hijjar explica que, no Brasil, o impacto é agravado pela forte dependência do modal aquaviário, que responde por cerca de 97% do volume movimentado nas exportações e importações. Ela destaca que cadeias como carnes, milho e a importação de fertilizantes estão entre as mais expostas, devido à ligação com regiões em conflito no Oriente Médio. “O nosso custo logístico em relação ao PIB é alto por conta de uma infraestrutura de transportes deficiente e das altas taxas de juros. Há carência de modais mais eficientes, como ferroviário e hidroviário, o que leva ao uso mais intenso do transporte rodoviário, que é mais caro”, afirma.
