Fonte: Exame
Segundo o levantamento feito em 15 países, 81% das empresas brasileiras de distribuição esperam elevar sua produtividade em mais de 20% nos próximos três a cinco anos. Para 79% delas, esse salto só será possível com a adoção de tecnologias avançadas. O otimismo, no entanto, convive com uma realidade operacional ainda dura.
Em 2025, os gastos com transporte no Brasil ultrapassaram R$ 940 bilhões, uma alta de quase 7% em relação ao ano anterior, de acordo com o ILOS. O número reflete a dependência histórica do modal rodoviário e as diferenças na qualidade das estradas entre regiões, fatores que seguem pressionando custos e prazos. Nos armazéns, o cenário não é mais simples: entre 2022 e 2023, o custo de estocagem subiu de 18% para 23%, impulsionado pela baixa previsibilidade da demanda e pela falta de integração entre sistemas de gestão.
