Fonte: Valor Econômico
A penas 1% das grandes indústrias e varejistas do país lideram a descarbonização da logística, enquanto 54% ainda desenvolvem estratégias e 45% estão no estágio inicial, segundo pesquisa do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) com 120 das maiores empresas do setor. Para Maria Fernanda Hijjar, sócia-executiva do ILOS, a logística tem impacto relevante nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). “Quem não adotar medidas pode sofrer sanções ou perder investidores e clientes”, alerta.
Para reduzir emissões e custos, empresas apostam na consolidação de cargas e otimização de rotas. Já a última milha, etapa mais poluente da logística, exige soluções inovadoras, como eletrificação de frotas e combustíveis alternativos. A Fever Mobilidade, que atende os setores de alimentos, bebidas, lavanderias e pet shops, vendeu 200 triciclos elétricos em 2024 e projeta a venda de 450 a 600 em 2025.
