Fonte: Valor Econômico
No caso específico do segmento de saúde, as motivações para o fortalecimento da capacidade operacional dos fornecedores de serviços logísticos são bastante evidentes, avalia Maurício Lima, sócio-diretor do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos). Trata-se de um segmento com negócios estimados em R$ 160,7 bilhões, que cresce a taxas de mais de 11%, ano a ano, mais do que o Produto Interno Bruto (PIB), desde 2015. “Quando o cenário econômico é turbulento, permeado por conflitos e guerras, como acontece agora, os fabricantes e embarcadores de produtos se movimentam mais e temem o risco de parar de receber a matéria-prima. Isso tende a aumentar a demanda, e as empresas clientes correm para antecipar as importações”, explica Lima. “Muitos operadores se apressam também em desenvolver soluções específicas para os clientes, pelo menos na questão de armazenagem e de transporte internacional, para atendimento ao mercado externo”, afirma.
