Fonte: Valor Econômico
A integração entre modais de transporte pode estimular a migração de cargas para opções com fretes mais baratos e eficientes, com impacto direto no planejamento e no caixa das grandes empresas e no chamado “custo Brasil”. Hoje, o custo do transporte de cargas no país corresponde a 9% do Produto Interno Bruto (PIB), calcula o Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), contra 5,7% nos Estados Unidos. Quando se observa a operação logística total, que engloba também gastos com armazenagem e estoque – elevados diante da imprevisibilidade das entregas de insumos e produtos acabados -, a desvantagem brasileira é ainda maior. Enquanto o país gasta 15,6% do PIB nessa conta, a média de custo logístico entre os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 8,4%.
