Fonte: Valor Econômico
No caso dos veículos elétricos, as operações também têm se mostrado vantajosas em termos econômicos, mas apenas em rotas mais curtas e com baixa ociosidade, segundo Maria Fernanda Hijjar, sócia-diretora da consultoria Ilos. “Os negócios se viabilizam com caminhão elétrico em distâncias de 200 a 300 km e movimentos contínuos de fluxos de movimentação, circuitos. O elétrico nesse caso reduz bastante o custo em relação ao diesel”, disse.
“Há alguns anos, o elétrico era quase só marketing. Hoje já se vê de forma real empresas que reduziram custos e usam isso independentemente da redução de emissões, e obviamente houve melhora das emissões também. Hoje as empresas estão mudando porque estão identificando oportunidades de reduzir custo, aumentar eficiência e reduzir o risco de ficar de ficar desabastecido”, afirmou.
