Fonte: Exame
“A entrega sempre tem um custo. Se o cliente não paga, alguém está subsidiando essa operação”, explica Maurício Lima, sócio do ILOS, consultoria especializada em logística e supply chain.
De acordo com o especialista, esse subsídio é uma ferramenta estratégica clássica em mercados em expansão. Empresas aceitam operar com margens reduzidas — ou até negativas — para ganhar escala, base de clientes e relevância competitiva. “Às vezes é uma guerra de mercado. Você aceita lucro negativo porque acredita que, no futuro, será uma plataforma dominante”, diz.
