Fonte: ESTADÃO
Esse cenário criou uma equação bastante prejudicial para as margens de lucro operacional da estatal. “Depois que as cartas deixaram de ser o negócio principal, veio a era das maiores empresas de e-commerce subsidiando as entregas para o consumidor, e a questão de custo ficou muito forte, com o peso operacional dos Correios”, analisa Maurício Lima, sócio-diretor da consultoria em logística ILOS.
“Elas passaram a utiliza os Correios no que não valia a pena fazer por conta própria, para fazer entregas nas cidadezinhas no Norte, e contrataram operaçõess privadas para fazer entregas ágeis nas grandes cidades. Para os Correios, se criou uma situação em que se pede uma bisteca, mas divide o prato com alguém, e só come o osso.”
