Fonte: Valor Econômico
Apesar da grande extensão, o governo tem uma projeção otimista e espera concluir todas as obras do lado brasileiro até 2027. “Muitas obras são projetos que estão prontos e precisam apenas de recuperação, outros são obras iniciadas que foram abandonadas e precisam apenas ser concluídas”, afirma Villaverde.
Maria Fernanda Hijjar, sócia-executiva do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), observa que a iniciativa é altamente complexa e que os projetos dependem das parcerias com os demais países para que sejam concretizados até seus pontos finais. “Nós não temos ingerência direta sobre como esses projetos serão tocados na Bolívia, na Colômbia e nos demais países.”
