Fonte: O Globo
— A cabotagem se sai melhor em volumes grandes e distâncias longas, onde o ganho de escala do navio dilui bastante o custo por tonelada. Já o rodoviário ganha em flexibilidade e alcance — afirma Maria Fernanda Hijjar, sócia-diretora do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos).
Em 2025, considerando também granéis e outras cargas, o modal transportou 223 milhões de toneladas, avanço de 4,33% em um ano, segundo dados da Antaq compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos. Desse total, 170,7 milhões de toneladas foram de granéis líquidos e gasosos e 24 milhões de contêineres.
